30 de Dezembro de 2004

Digitalização e Memória Cultural

Pesquisar é preciso, e criar os bancos de dados para isso é fundamental. Essa frase parece deslocada, porém esse é o sentimento comum quando buscamos dados sobre a história recente de nosso país, até orgão legislativos que teriam por obrigação legal o dever da memória, ainda estão longe de alcançar essa memória, em especial quando se trata da perpetuação dessa memória na digitalização.


Os projetos de digitalização de documentos no Senado Federal e na Camara dos Deputados, começaram a mais de 5 anos, porém ainda é difícil encontrarmos completamente digitalizado, qualquer documento produzidos em data anterior a 1999, com exceção de dados de referência para consultas em papel, ou documentos de contêudo normativo. Ressaltando que estes dois orgãos são, provavelmente, os que mais têm se engajado na luta pela digitalização de seus documentos no Brasil.
O que dizer então de alguns orgão como a Biblioteca Nacional, não sei exatamente o percentual de digitalização de seu acervo, mas utilizando o sistema de consulta percebe-se que pouco está disponibilizado, além de fichas e livros esporádicos.
De tudo isso o que me preocupa, é algo que nos últimos anos assolou dezenas de baluastres de nossa história, cite-se roubos em museus, incêndios em bibliotecas e acervos públicos. Ressalte-se caso recente, retratado amplamente na imprensa, sobre a queima de documentos pertencentes ao Exército brasileiro em um quartel na Bahia, a mando ou por desmando de não se sabe quem.
Tenho por opinião clara que a proteção do acervo intelectual do país é preemente, e todos os recursos possíveis devem ser direcionados nesse sentido, pois não podemos correr o risco de perder um patrimônio tão rico e conquistado com tantas dificuldades, já tão degradado e ferido pelo passar dos anos e pelo descaso quanto eu real valor.
Se há alguns poucos anos a conservação do patrimônio intelectual e artístico era tão caro quanto de difícl execução, essa realidade não se perfaz hoje, onde podemos ter a digitalização de livros, manuscritos, e até mesmo obras de pintura e escultura por processo específicos, a custos baixos, permitindo não apenas a conservação, mas o acesso dessas obras para um número crescente de pessoas.
Nos últimos meses o Google, através de um projeto chamado , tem caminhado a passos largos para um destino que vejo como inevitável e fantástico ao mesmo tempo, a possibilidade de digitalizar grandes bibliotecas e tê-las ao acesso de uma ferramenta de busca versátil como o Google. E somente para citar bibliotecas como a Biblioteca Pública de New York, bibliotecas de Universidades como Harvard e Carnegie Mellon e a biblioteca do Congresso Americano já são parceiras para ajudar na digitalização de obras para o novo projeto.
Meu entusiasmo dentro dessa possibilidade acaba por tornar apaixonado alguns de meus comentários, mas acredito que nada do que foi dito se afasta tanto do limite do possível.
Saindo dessa linha de raciocínio e lembrando um ponto levantado no último post, sobre o porquê das inúmeras rivalidade e dos dualismos, gostar e odiar, dentro de uma família faço agora alguns apontamentos.
Observando e pondo pontos de comparação pude observar um fato. A maior proximidade entre pessoas da mesma família quando colocamos em contraponto grupos que tem menor convivência como colegas de trabalho, apresentam grandes diferença entre esses sentimentos de desgostar e gostar, parece que ambos perdem intensidade, com isso me permito concluir que o maior convívio e a maior proximidade deste, leva a sentimentos mais viscerais.
Porém várias questões permanecem completamente em aberto, pois apesar da observação acima, essa relação entre maior proximidade e maior força nos sentimentos não parece ocorrer de forma linear, em alguns momentos ou em determinados grupos de indivíduos isso parece funcionar de forma diferente, portanto outros fatores devem estar influenciando. Um fator que me parece relevante e que deve ser analisado é a afinidade, que eu prefiro definir como pessoas que estejam focando objetivos semelhante no mesmo momento.
Voltarei a fazer mais considerações sobre esse ponto nos próximos posts, e também gostaria de poder expor algumas de minhas idéias, sobre como o impulso da criação de cultura humana pode ser melhor incentivado sem a preservação dos direitos autorais que, em minha opinião, caminham em direção oposta a criação intelectual. Porém como são muitas questões, que devem ser discutidas ponto a ponto, deixarei para descrevê-la no próximo post.




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25 de Dezembro de 2004

Lendo Pensamentos

Há cerca de dois anos venho prometendo a mim mesmo iniciar um blog, porém muito se passou e nunca caminhei no sentido de atender este meu compromisso. Porém acredito que esta data 25 de dezembro, exerça sobre mim um capacidade de marco ou alerta para rever algumas coisas importantes, e assim estou escrevendo este Blog.
É interessante observar como minhas idéias sobre o que seria um blog se alteraram de maneira radical nos últimos anos, primeiro os via como um diário aberto, que incorriam em dois extremos, o da excessiva quebra de privacidade e do afago de grandes egos. Porém observando e apredendo isso se alterou, vi que boas idéias eram colocadas ali, e que mesmo aqueles comentários que à primeira vista pareciam apenas lamentos ou glórias de fatos íntimos, podem se tornar elementos importantes na compreensão das pessoas. Mas não foi só isso, a forma simples e de grande acesso fez surgirem blogs com coisas realmente interessantes. Fatos, idéias, notícias, enfim tudo um pouco, está hoje no universo dos blogs.
Vendo isso a cada dia tive mais interesse em também utilizar essa ferramenta. Mas exatamente como? O que teria a dizer? Então as nuvens começaram a se dissipar, e vi que não era o que dizia, e sim o que retornava. Essa é a minha idéia de um blog, utilizá-lo como um espelho construído, onde possa lançar minhas idéias e pensamentos como numa colagem e percebé-los retornando de uma nova forma. Acredito que o aprimoramento de idéias deva passar, necessariamente, por esse processo de análise externa, espero que isso me possibilite entender melhor muitas delas e até melhorar algumas dessas idéias.

O Pensador
Auguste Rodin
1881 bronze 71,5 x 40 x 58 cm
Museu Rodin, Paris

Não irei escrever muito agora, mas irei tecer alguns comentários sobre certos pensamentos que estou trabalhando. Qual a forma como ocorrem e como de desenvolvem as relações entre pessoas de um mesma família? De onde surgem as simpatias e antipatias? Por que tão grandes dualismos entre gostar e destestar, e como podem acontecer como situações simultâneas? Realmente podem?
Buscarei pensar sobre este assunto voltarei a comentar e verei se consigo chegar a algum tipo de conclusão, ou pelo menos alguma pista sobre este assunto.

[]`s





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10 de Dezembro de 2004

Pesquisa no Lendo Meus Pensamentos








3 de Dezembro de 2004

Glossário do Mercado de Capitais

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A

Ação

Documento que indica ser o seu possuidor o proprietário de certa fração de determinada empresa.

Ação ao portador

Atualmente este tipo de ação não existe mais, foi revogada pela lei 8201/90. Esta ação não trazia o nome do seu proprietário. Portanto, pertencia a quem a tivesse em seu poder.

Ação cheia (com)

Ação cujos direitos (dividendos, bonificação, subscrição) ainda não foram exercidos.

Ação com valor nominal

Ação que tem um valor impresso, estabelecido pelo estatuto da companhia que a emitiu.

Ação endossável

Tipo de ação nominativa que pode ser transferida mediante endosso.

Ação escritural

Ação nominativa sem a emissão de certificados, mantida em conta de depósito de seu titular, na instituição depositária que for designada.

Ação listada em bolsa

Ação negociada no pregão de uma bolsa de valores.

Ação nominativa

Tipo de ação na qual consta o nome do proprietário, sendo que sua venda deve ser registrada na empresa que a emitiu.

Ação objeto

Valor mobiliário a que se refere uma opção

Ação ordinária

Tipo de ação que proporciona ao seu proprietário o direito de voto.

Ação preferencial

Tipo de ação que dá ao seu proprietário prioridade no recebimento de dividendos e restituição do capital em caso de extinção da empresa.

Ação sem valor nominal

Ação para a qual não se convenciona valor emissão, prevalecendo o preço de mercado por ocasião do lançamento.

Ação vazia (ex)

Ação cujos direitos (dividendo, bonificação, subscrição) já foram exercidos.

ACC

Sigla para Adiantamento de Contrato de Câmbio Operação de crédito realizada pelos Bancos Comerciais, através da carteira de câmbio, com os exportadores.

Acionista

Aquele que possui ações de uma sociedade anônima.

Acionista majoritário

Aquele que detém uma quantidade tal de ações com direito a voto que lhe permite manter o controle acionário de uma empresa.

Acionista minoritário

Aquele que é detentor de uma quantidade não expressiva (em termos de controle acionário) de ações com direito a voto.

Acquirer

É a administradora que pode afiliar estabelecimentos ao sistema de cartões de crédito da bandeira da qual é associada. Este tipo de administradora, chamada acquirer, tem a função de gerenciar, pagar e dar manutenção aos estabelecimentos afiliados da bandeira.

ADLIC

Operação financeira com duração de um dia, na qual aplica-se dinheiro a uma taxa previamente combinada entre as partes.

Administração Ativa

Tipo de estratégia para se administrar um fundo de investimento, na qual o administrador do fundo constitui uma carteira, mas não necessariamente investe em ações representativas de um índice qualquer. O administrador compra e vende ações tentando obter uma rentabilidade que supere a do índice estabelecido como referência. A diferença com a administração passiva, é que na ativa não há a réplica da carteira do índice, este sendo tomado apenas como um referencial cuja administração ativa tenta atingir e/ou superar.

Administração Passiva

Tipo de estratégia para se administrar um fundo de investimento, na qual o administrador do fundo investe em ações buscando replicar a carteira de um índice previamente definido. Desta maneira, o retorno do fundo corresponderá aproximadamente ao retorno do índice escolhido. A diferença com administração ativa, é que na passiva há a réplica da carteira do índice.

Alavancagem

Conceito que define o grau de utilização de recursos de terceiros para aumentar as possibilidades de lucro, aumentando conseqüentemente o grau de risco da operação. No mercado financeiro também é utilizada a expressão equivalente em inglês - financial leverage. No caso de uma empresa, quanto maior seu grau de endividamento maior é a sua alavancagem. No caso do mercado financeiro, um exemplo é comprar um lote de ações pagando somente parte de seu valor nos mercados de opções, termo e futuro. Se ocorrer uma valorização desses papéis, o investidor é extremamente beneficiado, pois a quantia inicialmente investida é reduzida e seu retorno é bem mais acentuado. O inverso é verdadeiro: se ocorrer uma desvalorização desses papéis, o valor das opções compradas será drasticamente reduzido.

Amortização

Processo de pagamento de empréstimo por meio de reduções programadas do montante inicialmente emprestado.

ANA - Aviso de Negociação de Ações

Comprovante de operação enviado pela Bolsa de Valores ao comitente (investidor).

Análise de Balanço

Tem por fim observar e confrontar os elementos patrimoniais de uma empresa, visando o conhecimento minucioso de sua composição qualitativa e de sua expressão quantitativa, de modo a revelar os fatores antecedentes e determinantes da situação atual e delinear o comportamento administrativo futuro.

Análise Fundamentalista

Projeção do comportamento de preços de ações a partir do estudo de características particulares de cada empresa. Utiliza-se das demonstrações financeiras divulgadas pela empresa assim como de informações setoriais e macro econômicas para fundamentar recomendações sobre quais papéis devem ser comprados ou vendidos.

Análise Grafista

Projeção do comportamento de preços de ações a partir de cotações passadas para se chegar a uma opinião de compra ou venda destes títulos. A expressão grafista vem do fato de que essas análises são baseadas em gráficos construídos a partir da variação das cotações passadas, procurando-se identificar padrões gráficos que sinalizem o comportamento futuro do papel. Também conhecida por análise técnica.

ANBID

Sigla de Associação Nacional dos Bancos de Investimento.

Andar de lado

Mercado fraco, sem tendência definida - estagnado.

ANDIMA

Sigla para Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto reune bancos comerciais, múltiplos e de investimento, sociedades corretoras e distribuidoras de valores.

Anuidade

Tarifa paga pelos clientes anualmente. Como se fosse uma renovação do contrato entre cliente e instituição.

Aplicação

Emprego da poupança na aquisição de títulos, com o objetivo de auferir rendimentos.

Apólice

Documento emitido pelo Segurador após aceitação da cobertura de risco proposta pelo Segurado.

Aposta

Jargão utilizado pelos profissionais do mercado financeiro. Significa decisão de investimento baseada em expectativas de ganho ou retorno, porém com certo grau de incerteza. Ex.: é impossível determinar a cotação de um papel no futuro, mas é possível fazer uma estimativa baseada em análises. Muitas vezes essas análises indicam claramente o que deve ser feito; muitas vezes não, apenas sinalizam tendências, mas a situação exige uma decisão. Nesses casos, o profissional de mercado deve utilizar sua experiência e competência para decidir se toma esta ou aquela decisão. Daí vem a expressão "aposta".

Apregoação

Ato de apregoar a compra ou venda de ações, mencionando-se o papel, o tipo, a quantidade de títulos e o preço pelo qual se pretende fechar o negócio, executado por um operador, representante de sociedade corretora, na sala de negociações (pregão).

Arbitragem

1. Operação na qual um investidor aufere um lucro sem risco, realizando transações simultâneas em dois ou mais mercados.
2.Sistemática que possibilita a liquidação física e financeira das operações interpraças, por meio da qual a mesma pessoa, física ou jurídica, atuando no mercado a vista, poderá comprar em uma bolsa e vender em outra, a mesma ação, em iguais quantidades, desde que haja convênio firmado entre as duas bolsas.

Assembléia Geral Extraordinária (AGE)

Reunião dos acionistas, convocada e instalada na forma da lei e dos estatutos, a fim de deliberar sobre qualquer matéria de interesse social. Sua convocação não é obrigatória, dependendo das necessidades específicas da empresa.

Assembléia Geral Ordinária (AGO)

Convocada obrigatoriamente pela diretoria de uma sociedade anônima para verificação dos resultados, leitura, discussão e votação dos relatórios de diretoria e eleição do conselho fiscal da diretoria. Deve ser realizada até quatro meses após o encerramento do exercício social.

Asset

Vide ativo.

Asset Allocation

Expressão em inglês para alocação de recursos, utilizada pelos profissionais do mercado financeiro para fazer referencia à escolha de ativos para a sua carteira administrada. Asset Allocation é o ato do administrador do fundo selecionar, entre os diversos tipos de ativos, aqueles que farão parte da carteira do fundo e em que percentual de participação.

Ativo

Bens, direitos e valores pertencentes a uma empresa ou pessoa. Ex: Imóveis, dinheiro aplicado, ações, jóias, etc. No mercado financeiro é comumente utilizado o sinônimo equivalente em inglês - asset.

Ativo Circulante

São os ativos mais líquidos da empresa, ou seja, existe grande facilidade e rapidez em converter-se esses bens ou direitos, em dinheiro. Ex.: duplicatas a receber. Na linguagem técnica da contabilidade, é definido como os bens e direitos a realizar num prazo inferior a 365 dias da data do encerramento do exercício social.

Ativo financeiro

Todo e qualquer título representativo de parte patrimonial ou dívida.

Ativo Fixo ou Ativo Permanente

São ativos que a empresa não tem intenção de vender a curto prazo e que dificilmente seriam convertidos imediatamente em dinheiro, diante de uma necessidade financeira. Ex. prédios, máquinas, equipamentos, etc.

Ativo-objeto

Nome utilizado para designar os ativos primários dos derivativos.

Atuário

Tipo de cálculo matemático. Muito utilizado pelas companhias de seguro para determinar o preço das apólices de seguro a partir do estudo das probabilidades de que ocorram acidentes ou sinistros.

Auditor Financeiro

Profissional responsável por fiscalizar as operações financeiras da empresa.

Auditoria

Exame da saúde financeira de uma empresa, realizada de forma independente, sem nenhum vínculo permanente com a empresa. Esta avaliação busca dar maior credibilidade às informações divulgadas, bem como maior segurança para os usuários das mesmas.

Aumento de capital

Incorporação de reservas e/ou novos recursos ao capital da empresa. Realizado, em geral, mediante bonificação, elevação do valor nominal das ações e/ou direitos de subscrição pelos acionistas, ou também pela incorporação de outras empresas.

Aumento do valor nominal

Alteração do valor nominal da ação em conseqüência de reservas ao capital de uma empresa sem emissão de novas ações.

Averbação

Documento utilizado pelo Segurado para informar à Seguradora sobre verbas e objetos a garantir nas apólices abertas. Muito utilizado no Seguro de Transportes.

Averbadora

Pessoa jurídica contratante de plano de seguro de previdência privada, que não é participante do custeio do mesmo.

Aversão a Risco

Característica de investidores que não querem correr riscos; aceitando, portanto, obter um retorno menor dos seus investimentos.

 

 

B

BACEN

Sigla para Banco Central do Brasil. O BACEN é um órgão federal que atua como o banqueiro do Governo, responsável por gerir o sistema financeiro, fazendo cumprir as disposições que regulam o funcionamento do sistema. Entre suas principais atribuições estão a emissão de moeda, o financiamento da dívida publica, etc.

Balança Comercial

Conta do balanço de pagamentos de um país. O saldo da balança comercial é a diferença entre o volume de exportações e o volume de importações de produtos e serviços realizadas pelo país em determinado período. Quando o valor das exportações supera o das importações, dizemos que há um superávit comercial. No caso contrário, temos um déficit comercial.

Balance Transfer

É a transferência do saldo da dívida de um cartão para outro. O cartão novo liquida a dívida do outro cartão, sendo a dívida refinanciada à taxa mais baixa.

Balancete

Balanço parcial da situação econômica e do estado patrimonial de uma empresa, referente a um período de seu exercício social.

Balanço

Instrumento através do qual as empresas divulgam sua situação patrimonial, no qual consta todos os bens, valores, direitos e obrigações que possuem. Geralmente é publicado no final do ano.

Balanço de Pagamentos

Demonstrativo das contas externas de um país. Pelo Balanço de Pagamentos ficamos conhecendo de que forma podemos dividir o fluxo de câmbio de um país durante o ano entre as contas comerciais, o serviço da dívida, gastos com fretes e fluxo de capitais como empréstimos e investimentos diretos.

Bandeira

É a instituição que autoriza o emissor a gerar cartões com sua marca e que coloca estabelecimentos no mundo inteiro à disposição do portador para utilização deste cartão. Ex: Visa, MasterCard e American Express.

Base Monetária

Designa a soma do total de dinheiro em poder do público e do dinheiro dos bancos comerciais (soma do dinheiro nos caixas, do dinheiro depositado voluntariamente e compulsoriamente no Banco Central).

BB

Sigla utilizada para designar o Banco do Brasil.

BBC - Bônus do Banco Central

Sigla de Bônus do Banco Central.
Título de curto prazo emitido pelo Bacen, que rende uma taxa definida pelo próprio Bacen.

Benchmarking

BENCHMARKING é um processo gerencial desenvolvido e sistematizado no Ocidente, mas cujas origens encontram-se em práticas ancestrais adotadas pelos japoneses e copiadas e adaptadas pelas empresas norte-americanas. É um processo contínuo e sistemático para avaliar, medir e comparar produtos, serviços, processos e funções de empresas identificadas como "melhores da classe" com a finalidade de melhoria da organização, comparação com os concorrentes, desenvolver objetivos produto e processo e estabelecer prioridades e metas. A idéia básica é de que, ainda que não haja um modelo ideal a ser seguido, existem muitas empresas excelentes com as quais se pode aprender coisa relevante.

Beneficiário

Pessoa física ou jurídica a quem o segurado reconhece o direito de receber a quantia correspondente a determinada indenização derivada da apólice do seguro. Em princípio, o segurado é o beneficiário do seguro, mas também há casos em que ele indica um beneficiário (plano de previdência privada e seguros de vida), onde o risco coberto é a morte do próprio segurado. Pessoa em cujo proveito se faz o seguro.

Beta

Medida de risco de um ativo, que mede a sensibilidade do ativo em relação a determinado índice. Ex.: Se uma ação se comporta exatamente como o Ibovespa, dizemos que ela tem beta=1. Se a ação variar mais que o Ibovespa, mas no mesmo sentido, ela terá beta>1 (beta maior do que um). Se variar menos, mantendo o mesmo sentido, o beta será menor do que um (beta < 1).

Bid

Preço de compra de um título no mercado.

BID

Sigla de Banco Interamericano de Desenvolvimento, órgão internacional de ajuda a países subdesenvolvidos e em desenvolvimento na América Latina.